O Arrependimento – O Livro dos Espíritos

arrependimento

Questões 990 a 993 

Respostas dos guias espirituais para Allan Kardec no Livro dos Espíritos.

990. O arrependimento se dá no estado corporal ou no estado espiritual?

“No estado espiritual; mas, também pode ocorrer no estado corporal, quando bem compreendeis a diferença entre o bem e o mal.”

991. Qual a conseqüência do arrependimento no estado espiritual?

“Desejar o arrependido uma nova encarnação para se purificar. O Espírito compreende as imperfeições que o privam de ser feliz e por isso aspira a uma nova existência em que possa expiar suas faltas.” (ver questões 332-975)

992. Que conseqüência produz o arrependimento no estado corporal?

“Fazer que, já na vida atual, o Espírito progrida, se tiver tempo de reparar suas faltas. Quando a consciência o exprobra e lhe mostra uma imperfeição, o homem pode sempre melhorar-se.”

993. Não há homens que só têm o instinto do mal e são inacessíveis ao arrependimento?

“Já te disse que todo Espírito tem que progredir incessantemente. Aquele que, nesta vida, só tem o instinto do mal, terá noutra o do bem e é para isso que renasce muitas vezes, pois preciso é que todos progridam e atinjam a meta. A diferença está somente em que uns gastam mais tempo do que outros, porque assim o querem. Aquele, que só tem o instinto do bem, já se purificou, visto que talvez tenha tido o do mal em anterior existência.” (ver questão 804)

KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 76.ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1995.

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Caridade do Pensamento

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Sabemos todos que o pensamento é onda de vida criadora, emitindo forças e atraindo-as, segundo a natureza que lhe é própria.

Fácil entender, à vista disso, que nos movemos todos num oceano de energia mental.

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Cada um de nós é um centro de princípios atuantes ou de irradiaçôes que liberamos, consciente ou inconscientemente.

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Sem dúvida, a palavra é o veículo natural que nos exprime as idéias e as intenções que nos caracterizem, mas o pensamento, em si, conquanto a força mental seja neutra qual ocorre à eletricidade, é o instrumento genuíno das vibrações benéficas ou negativas que lançamos de nós, sem a apreciação imediata dos outros.

Meditemos nisso, afastemos do campo íntimo qualquer expressão de ressentimento, mágoa, queixa ou ciúme, modalidades do ódio, sempre suscetível de carrear a destruição.

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Se tens fé em Deus, já sabes que o amor é a presença da luz que dissolve as trevas.

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Cultivemos a caridade do pensamento.

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Dá o que possas, em auxílio aos outros, no entanto, envolve de simpatia e compreensão tudo aquilo que dês.

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No exercício da compaixão, que é a beneficência da alma, revisa o que sentes, o que desejas, o que acreditas e o que falas, efetuando a triagem dos propósitos mais ocultos que te inspirem, a fim de que se traduzam em bondade e entendimento, porque mais dia menos dia, as nossas manifestações mais íntimas se evidenciam ou se revelam, inelutavelmente, de vez que tudo aquilo que colocarmos, no oceano da vida, para nós voltará.

XAVIER, Francisco Cândido. Paciência. Pelo Espírito Emmanuel. CEU.

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Progredir sempre…essa é a Lei

Tum Kardec

Bem conhecia Allan Kardec e o Espiritismo o Sr. Victorien Sardou, quando mandou gravar a seguinte frase no alto do dólmen tumular de Kardec, no cemitério Pierre Lachaise, em Paris:

“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar – tal é a lei”.

Não seria possível definir melhor com tão poucas palavras essa misericordiosa lei de Deus, a Lei do Progresso, que, além de garantir a nossa imortalidade, ainda nos oferece oportunidades ilimitadas de fazer e refazer até aprendermos a fazer o bem.
Essa garantia de imortalidade, a certeza da concessão de “ene” vidas futuras para a construção do nosso aperfeiçoamento e, consequentemente, da nossa felicidade; a conquista da fé racionada bem compreendida que alimenta a nossa religiosidade e extingue o nosso religiosismo, fruto de uma crença fanática e do comodismo; e a transparência e a objetividade dos princípios espiritistas firmados nas leis divinas, abrem para nós, Humanidade, encarnada e desencarnada, um horizonte ilimitado de possibilidades de transformação e renovação e, obviamente, de progresso espiritual.

Ensina-nos a doutrina que todo Espírito traz em si mesmo a capacidade de crescimento intelecto-moral, mas o que frequentemente lhe falta é a verdadeira vontade de empreender os esforços necessários para galgar mais rapidamente os patamares evolutivos, o que na maioria das vezes não é fácil e requer persistência e esforço continuado. Todavia, sabemos ainda que, uma vez feita a conquista espiritual, ela jamais se perde – pode eventualmente ficar ofuscada em função de necessidades corretivas; no entanto, todos nós avançaremos apesar de nós…

Outro ensinamento precioso para nós é o de que Deus não criou nenhum Espírito destinado ao mal – criou-o simples e ignorante, apto para o bem ou para o mal e possuidor de livre-arbítrio, ferramenta fundamental para sua evolução; é essa ferramenta que lhe permitirá realizar escolhas que o situarão numa condição ou noutra, ou seja, no caminho do bem ou do mal – mas, como também nos esclarecem os mais evoluídos, em nosso estágio, em geral, é o excesso do mal que nos faz compreender a necessidade do bem e das reformas.

Assim, entendemos que aquele companheiro de jornada terrena que ainda se encontra enredado com o mal, praticando desordens, atrocidades e crimes de todo tipo, é simplesmente um irmão ainda em condição espiritual precária do ponto de vista moral, pois se temos que passar pela fieira da ignorância, não precisamos passar pela fieira do mal. Durante a existência física, muitas vezes nos encontramos em uma situação de envolvimento tal que podemos estar sujeitos ao arrastamento – mas nos asseguram os mais esclarecidos que o arrastamento não é irresistível, se a nossa vontade de resistir for real e efetiva.

Trazemos desde a criação o senso moral e o sentimento de justiça; e são eles de tal forma inatos que, nos dizem os Espíritos, “nos revoltamos ao pensamento de uma injustiça”, e ainda afirmam: “eis porque encontrais frequentemente entre os homens simples e primitivos noções mais exatas de justiça do que entre pessoas de muito saber”. Fazem os Amigos ainda uma comparação extremamente clara e poética: “Existem, portanto, no selvagem, como o princípio do aroma no botão de uma flor que ainda não desabrochou”.

O que se depreende desses esclarecimentos é, em muitos casos, tendo desenvolvido mais a parte intelectual e material do que a espiritual, as nossas escolhas são firmadas no interesse pessoal mal compreendido e não permitem o desabrochar sereno dessas aptidões inatas, que nos evitariam muitas das dificuldades que semeamos ao longo da nossa estrada evolutiva.

Temos absoluta liberdade de pensamento e de consciência, apesar de geralmente querermos nos furtar a essa realidade e tentar transmitir a ombros alheios o peso de nossas escolhas ou de nossa omissão; contudo, é justamente essa liberdade que nos confere a responsabilidade e a dignidade necessárias ao progresso espiritual.

Sabemos que cada um de nós, Espírito, não importando se encarnado ou desencarnado, somos únicos, com o acervo individual que cada um amealhou no decorrer do tempo e, logicamente, com sua experiência própria, além de seus próprios compromissos e responsabilidades – disso decorre o fato de que cada um está no grau de elevação que lhe é possível. E que cabe a cada um o trabalho, ainda que árduo e cansativo e às vezes aparentemente infrutífero, para a realização de uma semeadura cada vez mais consciente e lúcida sempre alicerçada na fraternidade e na solidariedade, até porque sabemos que não estamos desamparados.

E aos que se adiantaram, ainda que apenas um pouco, cabe compreender o retardatário – seja de que nível for e qualquer tenha sido seu equívoco – e envidar todos os esforços possíveis para auxiliá-lo a caminhar, a cada passo, com mais entendimento das leis divinas.
(este artigo foi publicado na Edição 71 do Jornal Correio Espírita)

 

Autor: Doris Gandres
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Jesus e a Barca

Jesus e a barca

Narra Mateus:“E ajuntou-se muita gente ao pé dele, de sorte que, entrando num barco, se assentou; e toda a multidão estava em pé na praia.” (Mateus: 13, 2), passando a ensinar.

A lição sugere várias reflexões, em convites oportunos para o equilíbrio do homem.

A multidão, em todos os tempos, sempre se tem apresentado esfaimada de pão, de amor, de bens diversos.

Na sua necessidade, perturba e perturba-se, tornando-se, não raro, agressiva e destruidora.

Jesus compreendia a massa humana e sabia como conduzi-la.

Atendeu-a sempre conforme as circunstâncias e de acordo com as suas aflições.

Deu-lhe as palavras de vida, concedeu-lhe pão e peixe, propiciou-lhe refazimento orgânico e equilíbrio emocional, restituindo a saúde sob diversos matizes.

Ao Seu lado, todavia, sucediam-se as multidões ávidas, exigentes.

Com frequência, após atendê-las, Ele se refugiava na solidão com Deus, orando e silenciando…

Na referida passagem evangélica, afirma-se que Ele entrou na barca, perto-longe da multidão e, após convívio elucidativo pela palavra luminosa, Ele passou para outro lugar…

Considera estes símbolos: a barca – o destino; a multidão – as tuas necessidades; o mar – a tua jornada.

O teu encontro com Jesus não é casual, porém, um compromisso adredemente estabelecido.

Ele tem conhecimento da tua rota e é o comandante da barca, que sabe conduzir com proficiência e sabedoria.

Acalma as tuas necessidades e submete-as à Sua orientação, a fim de que sigas em paz.

*

Há convites perturbadores em toda parte, conclamando-te ao desequilíbrio, e te apresentas quase ilhado no tumulto das paixões asselvajadas.

Se já consegues percebê-lO, escuta-O nos refolhos da alma, deixando que Suas mãos te conduzam a barca.

Não recalcitres, nem reclames.

Intenta aproximar-se dEle pela doçura e ação, vencendo o espaço que medeia entre ambos.

Impregna-te da vibração que Ele irradia e plenifica-te, de modo a dispensares outros alimentos que te pareçam imprescindíveis.

Quem veja Jesus não O esquecerá. Todavia, quem se deixe tocar por Ele, nunca mais viverá bem sem a Sua presença.

*

Uma mulher equivocada, sentiu-O; um jovem rico viu-O e seus destinos se assinalaram de forma diversa.

Todos os demais que Lhe sentiram a alma dúlcida, jamais foram os mesmos, tornando-se Suas cartas de luz e vida para a Humanidade.

Assim, entra com Ele na barca e não O deixes seguir a sós.

FRANCO, Divaldo Pereira. Momentos de Felicidade. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 4.ed. LEAL, 2011. Capítulo 9.

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Ante ao estudo

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Necessário em qualquer mister. Impostergável para o aprimoramento humano. Valioso para maior integração do indivíduo nos objetivos a que se vincula. Indispensável para a iluminação interior. Em todo ministério de enobrecimento, o estudo tem regime de urgência como diretriz de segurança e veículo de libertação íntima.

Ninguém pode vincular-se em definitivo ao ministério redentor sem conhecer as razões preponderantes da existência espiritual. Evidente que antes de qualquer realização, programas e projetos devam constituir bases experimentais. O estudo, desse modo, fornece as coordenadas para maior penetração na tarefa buscada: seja a de ajudar, seja a de ajudar-se.

No que diz respeito à Doutrina Espírita, cabe-nos a todos o dever de mergulhar o pensamento nas fontes lustrais do conhecimento, a fim de melhor entendermos os quesitos preciosos da existência, simultaneamente as leis preponderantes da Causalidade, de modo a podermos dirimir equívocos e dúvidas, colocando balizas demarcatórias no campo das conquistas pessoais, intransferíveis: um quarto de hora, diariamente, dedicado ao estudo; pequena página para reflexão, diuturnamente; um conceito espírita como glossário para cada dia; uma nótula retirada do contexto luminoso da Codificação para estruturar segurança em cada 24 horas; uma noite por semana para o estudo espírita, no dia reservado ao Culto Evangélico do Lar, como currículo educativo; uma pausa para a prece e singelo texto para vigilância espiritual, sempre que possível…

Sim, todos podem realizar curso inadiável para promoção espiritual na escola terrestre.

O estudo do Espiritismo, portanto, hoje como sempre é de imensurável significação.

Definiu-lhe a validade o Espírito de Verdade, no lapidar conceito exarado em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”: “Espíritas! Amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo.”

Estudar sempre e incessantemente a fim de amar com enobrecimento e liberdade.

Joanna de Ângelis

Do livro “Celeiro de Bênçãos”, de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis.

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No culto à prece

prece

“E, tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos e todos ficaram cheios do Espírito Santo.” (Atos dos Apóstolos, 4:31)

Todos lançamos, em torno de nós, forças criativas ou destrutivas, agradáveis ou desagradáveis ao círculo pessoal em que nos movimentamos.

A árvore alcança-nos com a matéria sutil das próprias emanações.

A aranha respira no centro das próprias teias.

A abelha pode viajar intensivamente, mas não descansa a não ser nos compartimentos da própria colméia.

Assim também o homem vive no seio das criações mentais a que dá origem.

Nossos pensamentos são paredes em que nos enclausuramos ou asas com que progredimos na ascese.

Como pensas, viverás.

Nossa vida íntima – nosso lugar.

A fim de que não perturbemos as leis do Universo, a Natureza somente nos concede as bênçãos da vida, de conformidade com as nossas concepções.

Recolhe-te e enxergará o limite de tudo o que te cerca.

Expande-te e encontrarás o infinito de tudo o que existe.

Para que nos elevemos, com todos os elementos de nossa órbita, não conhecemos outro recurso além da oração, que pede luz, amor e verdade.

A prece, traduzindo aspiração ardente de subida espiritual, através do conhecimento e da virtude, é a força que ilumina o ideal e santifica o trabalho.

Narram os Atos que, havendo os apóstolos orado, tremeu o lugar em que se encontravam e ficaram cheios do Espírito Santo: iluminou-se-lhes o anseio de fraternidade, engrandeceram-se-lhes as mentes congregadas em propósitos superiores e a energia santificadora felicitou-lhes o espírito.

Não olvides, pois, que o culto à prece é marcha decisiva. A oração renovar-te-á para a obra do Senhor, dia a dia, sem que tu mesmo possas perceber.

XAVIER, Francisco Cândido. Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Capítulo 149.

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Resignação Espírita

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Uma das acusações que se fazem ao Espiritismo é a de levar o homem ao conformismo. “Os espíritas se conformam com tudo, — escrevem-nos — e dessa maneira acabarão impedindo o progresso, criando entre nós um clima de marasmo, favorável às tiranias políticas do Oriente. A ideia da reencarnação é o caldo de cultura do despotismo, pois as massas crentes se entregam a qualquer jugo.”

Muitos confundem a resignação espírita com o conformismo religioso. Mas, contraditoriamente, acusam o Espiritismo e não acusam as religiões. Por outro lado, tiram conclusões teóricas de fatos que podem ser observados na prática. A idéia da reencarnação não é nova, não nasceu com o Espiritismo, e não precisamos teorizar a respeito, pois temos toda a história da humanidade ante os olhos, para nos mostrar praticamente os seus efeitos.

Vamos, entretanto, por ordem. E tratemos, primeiro, da resignação e do conformismo. A resignação espírita decorre, não de uma sujeição místico-religiosa a forças incontroláveis, mas de uma compreensão do problema da vida. Quando o espírita se resigna, não está se submetendo pelo medo, mas apenas aceitando uma realidade à qual terá de sujeitar, exatamente para superá-la, para vencê-la. Não é, pois, o conformismo que se manifesta nessa resignação, mas a inteligente compreensão de que a vida é um processo em desenvolvimento, dentro do qual o homem tem de se equilibrar.

Acaso não é assim que fazemos todos, espíritas e não-espíritas, em nossa vida diária? O leitor inconformado não é também obrigado, diariamente, a aceitar uma porção de coisas a que gostaria de furtar-se? Mas a diferença entre resignação ou aceitação, de um lado, e conformismo, de outro, é que a primeira atitude é ativa e consciente, enquanto a segunda é passiva e inconsciente. O Espiritismo nos ensina a aceitar a realidade para vencê-la.

“Se a doença o acossa, — dizem — o espírita entende que está sendo vítima do fatalismo cármico, do destino irrevogável. Se a morte lhe rouba um ente querido, ele acha que não deve chorar, mas agradecer a Deus. Se o patrão o pune, ele se submete; se o amigo o trai, ele perdoa; se o inimigo lhe bate na face esquerda, ele lhe oferece a direita. O Espiritismo é a doutrina da despersonalização humana.”

Mas acontece que essa despersonalização não é ensinada pelo Espiritismo, e sim pelo Cristianismo. Quando o Espiritismo ensina a conformação diante da doença e da morte, o perdão das ofensas e das traições, nada mais está fazendo do que repetir as lições evangélicas. Ora, como o leitor acusa o Espiritismo em nome do Cristianismo, é evidente que está em contradição. Além disso, convém esclarecer que não se trata de despersonalização, mas de sublimação da personalidade. O que o Cristianismo e o Espiritismo querem é que o homem egoísta, brutal, carnal, agressivo, animalesco, seja substituído pelo homem espiritual. A “personalidade” animal deve dar lugar à verdadeira personalidade humana.

Quanto ao caso das doenças, seria oportuno lembrar ao leitor as curas espíritas. Não chega isso para mostrar que não há fatalismo cármico? O que há é a compreensão de que a doença tem o seu papel na vida humana. Mas cabe ao homem, nesse terreno, como em todos os demais, lutar para vencê-la. O Espiritismo, longe de ser uma doutrina conformista, é uma doutrina de luta. O espírita luta incessantemente, dia e noite, para superar o mundo e superar-se a si mesmo. Conhecendo, porém, o processo da vida e as suas exigências, não se atira cegamente à luta, mas procurando realizá-la com inteligência, num constante equilíbrio entre as suas forças e o poder dos obstáculos.

 

José Herculano Pires, do livro “O Homem Novo”.

 

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