Medide…reflita…equilibre-se – DICAS

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Meditar é uma maneira de aquietar a mente do turbilhão causado pelos nossos pensamentos e nossas ações durante a rotina diária. Nós ocidentais, temos uma visão e uma maneira um pouco diferente de praticar a meditação. Fiz um pequeno roteiro que normalmente uso, para auxiliá-los numa boa meditação:
1-Escolha um local tranqüilo onde você consiga sentar-se confortavelmente e com uma boa postura. Mantenha a coluna ereta; use de preferência roupas leves que não lhe cause qualquer desconforto.2-Coloque uma música suave, de preferência instrumental ou músicas específicas para meditação. (Opcional, porém, isso ajudará muito ao seu relaxamento)

3-Observe a sua respiração, respire profundamente enchendo os pulmões de ar e soltando lentamente até que aos poucos ela se torne serena.

4-Procure ao máximo aquietar os seus pensamentos, lembre-se : a meditação consiste sobretudo na busca do autoconhecimento e para isso é importante o esvaziamento dos nossos pensamentos para adentrarmos com mais profundidade em nosso interior. Haverá momentos em que você se lembrará de algo que tenha a fazer, algum fato importante ou de coisas da rotina, mas procure sempre retornar ao estado de serenidade e se possível, sempre observando a sua respiração.

5-O tempo da meditação é indeterminado, porém, para quem está iniciando é importante determinar um tempo menor, ( entre 10 a 15 minutos, no máximo) e ir aumentando esse tempo conforme a constancia da prática.

6-Evite meditar quando estiver cansado(a) ou com sono, isso pode fazer com que você adormeça. Escolha um momento em que você esteja disposto(a), de preferência pela manhã após o despertar.

Agora é só praticar esse exercício saudável para sua mente. Na verdade não existem regras para a meditação, porém esse roteiro consiste em auxiliar aos que estão iniciando ou ainda não conhecem a prática da meditação. Existem pessoas que meditam até mesmo caminhando.

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LEMBRETE IMPORTANTE

 

Benfeitor – é o que ajuda e passa.

Amigo – é o que ampara em silêncio.

Companheiro – é o que colabora sem constranger.

Renovador – é o que se renova para o bem.

Forte – é o que sabe esperar no trabalho pacífico.

Esclarecido – é o que se conhece.

Corajoso – é o que nada teme de si mesmo.

Defensor – é o que coopera sem pertubar.

Eficiente – é o que age em benefício de todos.

Vencedor – é o que vence a si mesmo.

lao-tzu

Sucesso e paz para todos!!
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Amargura

AMARGURA FIDES

“Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.” – Paulo. (HEBREUS, 12:15.)

Para bem servir ao Senhor, não é razoável marchemos ao longo do trabalho honroso à maneira de cooperadores lacrimosos e descontentes.

A mágoa, muitas vezes, traduz desconfiança e deslealdade.

O coração operoso e confiante nunca perde o otimismo, colocando-se, antes de tudo, à frente do Infinito e da Eternidade.

Há dificuldades e problemas?

Prossigamos em serviço e o Mestre Divino oferecer-nos-á a solução.

Há sombras?

Lembremo-nos de que não existem nuvens eternas, porque o Centro da Criação é Luz Imperecível.

Há quedas?

Estejamos convictos de que o reerguimento não se fará esperar.

O dever do trabalhador é continuar a tarefa que lhe foi conferida, tanto quanto a obrigação do servo fiel é marchar na realização do programa de quem lhe concedeu a bênção do serviço edificante.

Tenhamos em mente que, em favor do êxito geral de nosso esforço, é imprescindível o incessante combate às raízes de amargura no coração. Se brotarem livremente, serão venenosos arbustos, prejudicando a movimentação dos interesses coletivos de elevação e paz.

Guardemos reflexão e prudência, mas destruamos a amargura injustificável, para que não perturbemos a obra do Mestre e para que os nossos amados não se privem da graça de Deus.

XAVIER, Francisco Cândido. Vinha de Luz. Pelo Espírito Emmanuel. 14.ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1996. Capítulo 123.

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EXISTÊNCIA DE DEUS

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Povoa-se o Universo por verdadeira multidão de galáxias.

Cada galáxia permanece constituída por milhares de constelações.

Cada constelação, quase sempre, é um ninho de sóis.

Cada sol congrega diversos mundos.

Cada mundo, amadurecido para a inteligência e para a razão, guarda consigo a bênção da Humanidade.

Cada Humanidade se compõe de várias raças.

Cada raça engloba muitos povos e milhões de almas que evoluem, nos degraus que lhes correspondem.

Lembremo-nos, pois, de que no concerto admirável da Criação, somente será possível regenerar e burilar a nós mesmos para que a vida imperecível em nós se retrate vitoriosa, mas não nos esqueçamos de que, apesar da grandeza cósmica, nosso desequilíbrio no mal pode comprometer todo o sistema em que as Leis Divinas se expressam, através do trono sublime da natureza, qual acontece ao micróbio letal que, não obstante imperceptível ao olho nu, pode carrear a enfermidade ou a morte para o corpo físico mais notavelmente bem posto.

Consagremo-nos à estruturação do Bem no campo de nós mesmos, de conformidade com os princípios inelutáveis de harmonia e justiça que nos regem a ascensão, sem o doentio propósito de reajustar os outros, antes da recuperação espiritual de nós próprios, de vez que todo o deslize nosso, à frente do Senhor, repercute nas faixas totais da Vida Una, compelindo-nos à posição de angústia e sofrimento, a única suscetível de retificar em nosso espírito e em nossa existência a ruptura do equilíbrio divino do amor que operamos desavisados, diante da Eterna Lei.

Emmanuel

Francisco Cândido Xavier.

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Camille Flammarion e a Ciência Espírita

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“O corpo passa. A alma vive no infinito e na eternidade.” – FLAMMARION, 1923.

Dos colaboradores de Kardec, Camille Flammarion foi o que mais valorizou a construção do conhecimento espírita a partir da metodologia empírica e positivista. Como conseqüência desta sua postura ele passou anos de sua vida buscando fatos, sobre os quais construiu a convicção na imortalidade da alma, na comunicabilidade dos espíritos e na existência de faculdades extra-sensoriais nos homens, o que frutificou-se na Metapsíquica de Richet e posteriormente na Parapsicologia de Rhine.

Esta sua visão de ciência e as suspeitas que passou a ter para com os aspectos filosóficos e religiosos do Espiritismo não o tornaram, contudo, um iconoclasta, aos moldes de alguns críticos contemporâneos do aspecto religioso do Espiritismo. Suspeitando do método de Kardec, Flammarion lançou-se ao estudo continuado da fenomenologia espírita, oferecendo-nos, quando desencarnou, uma obra que tornou mais sólidas as bases científicas da doutrina espírita. Quem sabe estes últimos não possam ter suas idéias arejadas pelo pioneirismo do astrônomo francês e redirecionar suas ações em uma cruzada de construção e consolidação.

Crítico dos sistemas religiosos e das verdades misteriosas bastante difundidas em sua época, Flammarion se rendia ao espírito religioso e à construção de uma religião natural, sem dogmas, sem mistérios e sem sobrenatural, como o pensava Allan Kardec.

A obra espírita de Flammarion sustentou e alimentou diversas gerações de espíritas em nosso país, foi uma fonte importante nas discussões que o movimento espírita brasileiro teve de sustentar com diversos segmentos científicos e políticos de nossa sociedade para manter o direito constitucional de existir. Consideramos fundamental que a geração nova, que vem adquirindo as bases do conhecimento espírita nas muitas mocidades e juventudes de nosso país, não olvidasse a obra deste cientista espírita. Se assim o dizemos aos jovens, o que não diríamos aos muitos grupos e reuniões de estudo sistematizado do Espiritismo.

Saudamos com estas poucas linhas a memória e a obra do mais polêmico dos espíritas franceses contemporâneos de Kardec.

Trecho do artigo “Camille Flammarion” postado no site “Centro Espírita Trabalhadores de Jesus” em 2004, por Jáder dos Reis Sampaio.

Camille Flammarion foi amigo de Allan Kardec, o codificador do Espiritismo. Flammarion se tornou espírita nos anos 1860 e ao pé do túmulo de Kardec fez um discurso de funeral em sua homenagem afirmando que o mesmo era “o bom senso encarnado”3 4 . A íntegra desse discurso consta do início de Obras Póstumas, em edição da Federação Espírita Brasileira.

Posteriormente à morte de Kardec, Flammarion começou a se dedicar no aprofundamento teológico do espiritismo. As obras de Flammarion, a partir de então, revelam a sua visão espírita sobre questões fundamentais para a humanidade, como se poderá constatar pelo títulos de algumas obras que constam listadas na bibliografia. Em algumas delas, como “Narrações do Infinito”, poderá ser verificada, ainda, a atuação de Camille Flammarion como médium.

O Capítulo VI de A Gênese, uma das obras básicas do Espiritismo, intitulado “Uranografia Geral”, é a transcrição de uma série de comunicações à Sociedade Espírita de Paris, em 1862 e 1863, sob o título “Estudos Uranográficos”, que trazem a assinatura Galileu e tiveram como médium Camille Flammarion

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Decepções – Ingratidão – Afeições Destruídas

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Respostas dos guias espirituais para Allan Kardec no Livro dos Espíritos.

937. Para o homem de coração, as decepções oriundas da ingratidão e da fragilidade dos laços da amizade não são também uma fonte de amarguras?

“São; porém, deveis lastimar os ingratos e os infiéis: serão muito mais infelizes do que vós. A ingratidão é filha do egoísmo e o egoísta topará mais tarde com corações insensíveis, como o seu próprio o foi. Lembrai-vos de todos os que hão feito mais bem do que vós, que valeram muito mais do que vós e que tiveram por paga a ingratidão. Lembraivos de que o próprio Jesus foi, quando no mundo, injuriado e menosprezado, tratado de velhaco. Seja o bem que houverdes feito a vossa recompensa na Terra e não atenteis no que dizem os que hão recebido os vossos benefícios. A ingratidão é uma prova para a vossa perseverança na prática do bem; ser-vos-á levada em conta e os que vos forem ingratos serão tanto mais punidos, quanto maior lhes tenha sido a ingratidão.”

938. As decepções oriundas da ingratidão não serão de molde a endurecer o coração e a fechá-lo à sensibilidade?

“Fora um erro, porquanto o homem de coração, como dizes, se sente sempre feliz pelo bem que faz. Sabe que, se esse bem for esquecido nesta vida, será lembrado em outra e que o ingrato se envergonhará e terá remorsos da sua ingratidão.”

938a. Mas, isso não impede que se lhe ulcere o coração. Ora, daí não poderá nascer-lhe a idéia de que seria mais feliz, se fosse menos sensível?

“Pode, se preferir a felicidade do egoísta. Triste felicidade essa! Saiba, pois, que os amigos ingratos que os abandonam não são dignos de sua amizade e que se enganou a respeito deles. Assim sendo, não há de que lamentar o tê-los perdido. Mais tarde achará outros, que saberão compreendê-lo melhor. Lastimai os que usam para convosco de um procedimento que não tenhais merecido, pois bem triste se lhes apresentará o reverso da medalha. Não vos aflijais, porém, com isso: será o meio de vos colocardes acima deles.”

Comentário de Allan Kardec:

A Natureza deu ao homem a necessidade de amar e de ser amado. Um dos maiores gozos que lhe são concedidos na Terra é o de encontrar corações que com o seu simpatizem. Dá-lhe ela, assim, as primícias da felicidade que o aguarda no mundo dos Espíritos perfeitos, onde tudo é amor e benignidade. Desse gozo está excluído o egoísta.

KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 76.ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1995.

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A Benção de sentir Paz

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Quando a paz brota em nosso interior, a vida contempla uma nova realidade, a única a ser vivida e desfrutada.

O efeito é a alegria, que dá origem a um estado único, onde a compreensão é presente e a conexão com o amor é estabelecida. A paz está dentro de nós, para sempre.
Ela faz parte da nossa natureza.

Mas, nem sempre sentimos paz e isto se dá porque criamos grandes desvios em nosso próprio caminho, um caminho que nos foi dado para aprendermos a usar nossos dons, nossas características divinas. Não nos damos conta de que, quando fora da nossa rota, distanciamo-nos do nosso estado natural.

Nossas projeções, nossas percepções equivocadas, turvam a nossa visão interior, deixando-nos no escuro, fazendo-nos acostumar a viver o que não foi feito para ser vivido, como a ignorância em não tomar ciência da própria luz, da própria força e do amor que tudo transforma para que possamos ser dignos aos olhos do Criador.

Se estivermos atentos, veremos que a paz é como o ar que respiramos, está em toda a parte, dentro e fora de nós. Mas para percebê-la é necessário vermos as coisas sob a lente do amor, pois as criações de Deus só se manifestam no amor, pois são o próprio amor.

Fora deste estado que Deus nos deu, será impossível sentirmos a bênção que paira sobre todos nós. Para sentir paz é necessário estarmos conectados com a paz e para isto, o estado presente e atento é necessário.

Quando partimos do princípio de que tudo nos é dado, poderemos conhecer a nós mesmos e então estaremos diante de uma inevitável realidade: a paz que tanto sonhamos está em nós, nós somos a própria paz.

(Autor desconhecido)

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Avisos da Criação

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A presença Divina constitui verdade perene.
Até o silêncio da pedra fala em Deus.

O Universo repousa na disciplina.
O labirinto da selva revela ordem em cada pormenor.

Em a Natureza, tudo pede compreensão e respeito.
O deserto é o cadáver do mar.

Há sabedoria em todas as coisas.
Embora sem tato, a trepadeira sabe encontrar apoio; não obstante sem visão, o girassol descobre sempre o astro rei.

Em tudo existe a feição boa.
As nuvens mais sombrias refletem a luz solar.

Eternidade significa aprimoramento contínuo de repetições.
Sem recapitular movimentos, a Terra desagregar-se-ia.

A fé construtiva não teme a adversidade.
O penhasco no dilúvio é ponto de segurança.

A obediência não dispensa a firmeza.
Humilhada e submissa, a água se amolda a qualquer recipiente, mas, resoluta e perseverante, atravessa o rochedo.

Toda empresa solicita cultura e prática.
Inexperiente, o homem vivo naufraga no bojo das águas;
adaptado, o lenho morto navega na superfície do mar.

O aspecto exterior nem sempre denuncia a realidade.
O vento, supostamente vadio, trabalha na função de cupido das flores.

Volume não expressa valor.
Apesar de pequenina, a semente é gota de vida.

A palavra feliz constrói invariavelmente.
Na linguagem do pássaro, todo som faz melodia.

Valor e humildade são expressões de inteligência sublime.
Se o cume mais alto recebe a chuva em primeiro lugar,
o vale mais baixo recolhe, ao fim, a maior parte da água.

Para revelar-se, o bem não exige trombeta.
Conquanto invisível, a onda de perfume, muita vez, nutre e refaz.

No campo da evolução, a paz é conquista inevitável da criatura.
A escarpa de hoje será planície amanhã.

André Luiz

Do Livro: O Espírito da Verdade
Francisco C. Xavier e Waldo Vieira
Psicografia: Waldo Vieira

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