Convite ao Exame

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“Ponde tudo à prova, retende o que é bom.” (1º Tessalonicenses: capítulo 5-21.)

A vida submete-te a cada instante a rigorosos exames, severas provas, através de cujos resultados credencias-te a investimentos maiores e à utilização de valores mais expressivos.

Nem sempre consegues discernir quando estás sob testes, tão sutis se apresentam ou em currículo de aprendizagem, tão profundos e insondáveis são os misteres da Lei Divina.

Justo que estejas vigilante, em atitude de cuidadoso comportamento.

O rio das oportunidades passa com suas águas sem que retornem nas mesmas circunstâncias ou situação.

O milagre da hora azada não se repete como seria de desejar, impelindo o homem ao salutar aproveitamento do instante.

Conveniente examinar, também, as ocorrências, as concessões, as lições do caminho, de modo a retirar o que seja de bom, para aproveitamento que armazenarás a benefício próprio.

Não impeças a informação de alguém interessado em auxiliar-te, mesmo que isto te pareça desagradável. Todos temos algo a ensinar a outrem.

Não sejas aprioristicamente contra isto ou aquilo, antes de conhecer o conteúdo. Sábio verdadeiramente, é todo aquele que consegue descobrir o lado útil das pessoas e das coisas.

Não negues a atenção a um problema que te chega, embora a solução possa esperar um pouco. A cada labor seu necessário cuidado.

Enquanto na Terra todos nos encontramos em reparos, reformas, aprendizagens.

Examinar o que nos chega, como nos chega e penetrar na fonte do conhecimento, para, conforme o Apóstolo Tarsense, reter o que é bom, representa valiosa conquista que nos não cabe subestimar.

Jesus, não obstante a grandeza da Sua tarefa entre os homens, examinou todos os problemas que lhe chegavam, apresentando soluções simples e carinhosas, comparando e atendendo às solicitações diversas, perscrutando tudo todos e tecendo a túnica nupcial do seu perene noivado com a Humanidade, através das coisas mais insignificantes a que emprestava beleza e magnitude, conseguindo, inclusive, transformar a cruz da desonra em símbolo de estoicismo e nobreza, depois que transitou carregando-a e nela deixando-se martirizar.

FRANCO, Divaldo Pereira. Convites da Vida. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL. Capítulo 21.

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A Evolução da Ciência

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Nada há estável na Terra; tudo está submetido à lei inexorável do progresso: seres e coisas, povos e nações, ciência, arte, religião, tudo progride, tudo evolui; do mínimo para o máximo tudo marcha para um desenvolvimento completo, numa aliança estreita com a Sabedoria Suprema para a realização dos desígnios divinos.
E quando o progresso cessa e a ciência parece cristalizar, vêm os grandes abalos sociais para despertar os homens para o cumprimento dos seus destinos e uma nova ordem de coisas força a humanidade ao movimento que é a vida que vem libertar o mundo da estagnação em que se acha.
Um breve exame retrospectivo da história das religiões e das ciências nos faz ver a necessidade do progresso em todas as ramificações dos conhecimentos humanos e a fatalidade dessa lei inflexível que rege o destino dos povos.
Na esfera religiosa nós vemos as revelações se sucedendo entre os povos e nas várias nações, desde os primitivos influxos das manifestações dos Espíritos em todas as camadas sociais, até à época atual em que o mundo todo se mostra abalado pela Revelação das Revelações, magnificamente caracterizada pelo Espiritismo, cuja teoria sistematiza admiravelmente a grande Doutrina unificadora dos povos, pela sabedoria inconfundível de seus princípios renovadores de Fé e de Verdade.
Na esfera científica, ao lado das constantes modificações por que têm passado as ciências, da alquimia à química, da astrologia à astronomia etc. etc., nós verificamos a ancianidade das ciências atuais, incapazes de darem solução para certos problemas estreitamente ligados à Vida e de explicarem os fenômenos naturais que se desenrolam quotidianamente na tela mundial, certamente para nos chamar a atenção para uma nova ordem de verdades necessárias a enriquecer o nosso tesouro de conhecimentos, para um surto mais elevado para a Espiritualidade.
É justamente no campo da biologia, da química, da física e da medicina que esses fenômenos agem com maior intensidade.
Grandes sumidades do velho continente são atraídas para esses fatos que destroem absolutamente, pela base, os ensinos acadêmicos e oficiais, requerendo a atenção de todos os pesquisadores e cientistas e pedindo a renovação das ciências acadêmicas, já arcaicas, sobre as bases dos fatos que ocorrem todos os dias.
De outro lado, surgem homens de saber, verdadeiros missionários que abalam as cátedras com as teorias provadas e prováveis de que a matéria não é absolutamente o princípio de Vida, a base fundamental dos corpos e de sua manutenção. De fato, ela não passa de um elemento de organização, que dá uma ideia positiva da Vida.
Todos esses fenômenos que se desenrolam aos nossos olhos e que afetam a ciência, a religião e aparecem nas questões sociais, estabelecendo terrível confusão nas massas, são lições substanciosas de uma nova ordem de ideias que precisam ser estudadas e observadas, para porem um paradeiro à digladiação social que aumenta todos os dias, estabelecendo a desorientação, a descrença, a falta de fé na religião e na ciência.
O Espiritismo se apresentou ao mundo como o reivindicador das grandes ideias que vêm orientar os homens para a Verdade, e por esse motivo ele não deixará à revelia os erros científicos que vão devastando a vida humana e os erros religiosos que abrem abismos profundos nos corações, causando, uns e outros, terríveis males que nos afligem.

 

É preciso que os homens de ciência, principalmente, se compenetrem que caminham em terreno movediço e voltem suas vistas para o Ideal que norteia a Verdade que lhes libertará do erro.
Grandes vozes ecoam em todos os pontos do globo, demonstrando que as teorias materialistas se acham em completa derrocada e, assim como aconteceu com a teoria geocêntrica completamente modificada por Galileu e Copérnico, chegamos a uma época, em que o átomo que serve de base a essas errôneas doutrinas que idealizaram a vida de modo mui diverso do que ela é, e veremos, como já temos visto, a sua completa destruição.

 

Urge que os nossos sábios, mais bem orientados sobre os fatores predominantes da Vida, procurem-na em sua essência máxima, não na matéria que se desagrega e modifica todos os dias, mas em outros elementos que não são diretamente percebidos pelos seus limitados e imperfeitos sentidos físicos, mas indiretamente se revelam, por meio de aparelhos que demonstram a sua ação positiva e categórica, como também se revelam por fatos irrefragáveis observados e constatados hoje por grandes sumidades científicas de todo o planeta.
Aí estão as fotografias psíquicas, as moldagens, as impressões digitais, as materializações de membros, de corpos, as vozes diretas, constatadoras da Vida, sem dependência do átomo materialista; aí estão os fenômenos intelectuais que provam conhecimentos superiores ao meio em que eles se desenrolam; aí estão os fenômenos de curas, que ultrapassam muito ao conhecimento dos doutores que fizeram sua especialidade nesse ramo de saber.
Todos esses fatos têm um determinativo, que é trazer o seu valoroso concurso para a evolução da ciência, que não pode, e em tempo algum poderia dizer a última palavra.
A nova ciência, assentada em suas verdadeiras bases, vem encher de luz o mundo, vem substituir o fanatismo insensato, o farisaísmo ignorante pela Verdade, vem dar ao homem as mais exatas noções dos seus deveres e dos seus destinos, e nos abrir horizontes infindáveis para que cresçamos em toda a Sabedoria e em todo o Amor, a fim de nos aproximarmos de Deus.
A ciência como a religião não podem paralisar, elas marcham incessantemente conduzindo os povos para a sabedoria, para o bem, para a felicidade.
Artigo da Revista Internacional de Espiritismo, out/10.
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O Livro dos Espíritos – Questão 459 – 461

psiquismo459. Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?

“Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.”

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460. De par com os pensamentos que nos são próprios, outros haverá que nos sejam sugeridos?

“Vossa alma é um Espírito que pensa. Não ignorais que, frequentemente, muitos pensamentos vos acodem a um tempo sobre o mesmo assunto, não raro, contrários uns dos outros. Pois bem! No conjunto deles, estão sempre de mistura os vossos com os nossos. Daí a incerteza em que vos vedes. É que tendes em vós duas idéias a se combaterem.”

UM AMIGO POETA461. Como havemos de distinguir os pensamentos que nos são próprios dos que nos são sugeridos?

“Quando um pensamento vos é sugerido, tendes a impressão de que alguém vos fala. Geralmente, os pensamentos próprios são os que acodem em primeiro lugar. Afinal, não vos é de grande interesse estabelecer essa distinção. Muitas vezes, é útil que não saibais fazê-la. Não a fazendo, obra o homem com mais liberdade. Se se decide pelo bem, é voluntariamente que o pratica; se toma o mau caminho, maior será a sua responsabilidade.”

255936_4KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 76.ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1995. Livro eletrônico gratuito em
http://www.febnet.org.br
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Não vos afadigueis pela posse do ouro

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Não vos afadigueis por possuir ouro, ou prata, ou qualquer outra moeda em vossos bolsos. – Não prepareis saco para a viagem, nem dois fatos, nem calçados, nem cajados, porquanto aquele que trabalha merece sustentado.

Ao entrardes em qualquer cidade ou aldeia, procurai saber quem é digno de vos hospedar e ficai na sua casa até que partais de novo. – Entrando na casa, saudai-a assim: Que a paz seja nesta casa. Se a casa for digna disso, a vossa paz virá sobre ela; se não o for, a vossa paz voltará para vós.

Quando alguém não vos queira receber, nem escutar, sacudi, ao sairdes dessa casa ou cidade, a poeira dos vossos pés. – Digo-vos, em verdade: no dia do juízo, Sodoma e Gomorra serão tratadas menos rigorosamente do que essa cidade. (S. MATEUS, cap. X, vv. 9 a 15.)

Naquela época, nada tinham de estranhável essas palavras que Jesus dirigiu a seus apóstolos, quando os mandou, pela primeira vez, anunciar a boa-nova. Estavam de acordo com os costumes patriarcais do Oriente, onde o viajor encontrava sempre acolhida na tenda. Mas, então, os viajantes eram raros. Entre os povos modernos, o desenvolvimento da circulação houve de criar costumes novos. Os dos tempos antigos somente se conservam em países longínquos, onde ainda não penetrou o grande movimento. Se Jesus voltasse hoje, já não poderia dizer a seus aposto-los: “Ponde-vos a caminho sem provisões.”

A par do sentido próprio, essas palavras guardam um sentido moral muito profundo. Proferindo-as, ensinava Jesus a seus discípulos que confiassem na Providência. Ao demais, eles, nada tendo, não despertariam a cobiça nos que os recebessem. Era um meio de distinguirem dos egoístas os caridosos. Por isso foi que lhes disse: “Procurai saber quem é digno de vos hospedar” ou: quem é bastante humano para agasalhar o viajante que não tem com que pagar, porquanto esses são dignos de escutar as vossas palavras; pela caridade deles é que os reconhecereis.

Quanto aos que não os quisessem receber, nem ouvir, recomendou ele porventura aos apóstolos que os amaldiçoassem, que se lhes impusessem, que usassem de violência e de constrangimento para os converterem? Não; mandou, pura e simplesmente, que se fossem embora, à procura de pessoas de boa vontade.

O mesmo diz hoje o Espiritismo a seus adeptos: não violenteis nenhuma consciência; a ninguém forceis para que deixe a sua crença, a fim de adotar a vossa; não anatematizeis os que não pensem como vós; acolhei os que venham ter convosco e deixai tranquilos os que vos repelem. Lembrai-vos das palavras do Cristo. Outrora, o céu era tomado com violência; hoje o é pela brandura. (Cap. IV, no 10 e 11.)

KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 25. Itens 9, 10 e 11

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QUANDO A MORTE CEIFA NOSSAS MAIS CARAS AFEIÇÕES

 

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1- O QUE É A MORTE?

A MORTE NA TERRA É O TÉRMINO DE UMA EXISTÊNCIA FÍSICA, É A PASSAGEM DO SER INFINITO PARA UMA NOVA FORMA EXISTENCIAL. ELA É O INTERLÚDIO, OU SEJA, O INTERVALO ENTRE AS DIVERSAS TRANSFORMAÇÕES DA VIDA, A FIM DE QUE A RENOVAÇÃO E A APRENDIZAGEM SE ESTABELEÇAM NAS ALMAS, AO LONGO DA ETERNIDADE.

“PRECISO É QUE TUDO SE DESTRUA PARA RENASCER E SE REGENERAR: PORQUE, O QUE CHAMAIS DESTRUIÇÃO NÃO PASSA DE UMA TRANSFORMAÇÃO, QUE TEM POR FIM A RENOVAÇÃO E MELHORIA DOS SERES VIVOS”. ( QUESTÃO 728 DE “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” – ALLAN KARDEC)

2- POR QUE, MESMO SABENDO QUE TUDO NA VIDA UM DIA SE TRANSFORMARÁ PELA MORTE, SOFREMOS TANTO QUANDO ELA NOS CHEGA?

A DOR DA PERDA ESTÁ RADICADA NA INCOMPREENSÃO A SEU RESPEITO OU NA APREENSÃO QUE A PRECEDE E A ACOMPANHA. ELIMINANDO-SE ESSES FATORES, OS INDIVÍDUOS VERÃO A MORTE COMO UM MOMENTO DE RENOVAÇÃO INERENTE À NATUREZA. INQUESTIONAVELMENTE, É UM PERÍODO QUE ANTECEDE O REENCONTRO DOS ATUAIS E DOS ANTIGOS AMORES.

MORRER NÃO É A PERDA FATAL, NÃO É UM MAL, É UM ESSENCIAL PROCESSO DE HARMONIZAÇÃO DA NATUREZA. DURANTE QUANTO TEMPO LAMENTAREMOS O PASSAMENTO DE UM SER AMADO? DEPENDERÁ DE COMO ESTAMOS PREPARADOS PARA ISSO, DE QUE MODO OCORREU A MORTE, DE COMO ERA NOSSA HISTÓRIA PESSOAL COM ELE. NO ENTANTO, A PERDA DE UM ENTE QUERIDO É UNIVERSALMENTE CAUSA DE TRISTEZAS E DE LÁGRIMAS, EM QUALQUER RINCÃO DO PLANETA, MAS A FORMA COMO DEMONSTRAMOS ESSE NOSSOS SENTIMENTOS E EMOÇÕES ESTÁ INTIMAMENTE MOLDADA AO NOSSO GRAU EVOLUTIVO.

3- ENTÃO, SÃO JUSTAS AS NOSSAS LÁGRIMAS E SOFRIMENTOS POR UM ENTE QUERIDO QUE DESENCARNA?

SÃO COMPREENSÍVEIS AS LAMENTAÇÕES E OS PESARES, O PRANTO E OS SUSPIROS, POIS O SER HUMANO PASSA POR PROCESSOS PSICOLÓGICOS DE ADAPTAÇÃO E DE REAJUSTE ÀS PERDAS DA VIDA. OS PESARES E OS MURMÚRIOS FAZEM PARTE DA SEQUÊNCIA DE FATOS INTERIORES, QUE SÃO PROVIMENTOS MENTAIS GRADATIVOS E DIFÍCEIS, ATRAVÉS DOS QUAIS AS CRIATURAS PASSAM A ACEITAR LENTAMENTE A AUSÊNCIA – MESMO CONVICTAS DA SUA TEMPORALIDADE – DAS PESSOAS QUE PARTIRAM.

(Estudo Sistematizado do Livro “As Dores da Alma” – Francisco do Espírito Santo Neto – pelo Espírito Hammed, baseado em estudos de “O Livro dos Espíritos” de Allan Kardec)

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A MORTE DO CORPO

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A morte do corpo físico apavora muitas pessoas. Deixa sem consolo e desesperados os seguidores das muitas religiões que não dão uma ideia raciocinada sobre ela. É comum vermos pessoas chorarem e sofrerem com a morte de parentes e amigos. É frequente escutarmos que aquele que se foi era necessário ao mundo e que lhes fará falta.

O Espiritismo, com discernimento, ensina-nos que a vida continua; que estamos encarnados temporariamente e que quem é amado é útil em qualquer lugar.

Nota-se muita diferença num enterro entre aqueles que têm essa crença e a entendem e os que não a têm. Os que não entendem exprimem medo e depressão; aqueles que creem demonstram compreensão. Nós, espíritas, desejamos aos desencarnados paz e que se acostumem logo ao novo plano onde estão.

O entendimento que a Doutrina Espírita nos dá muda nossa atitude perante a morte do corpo. Ela não é o fim; é somente uma passagem desta vida à outra, mostrando como é enganoso o modo de pensar de muitos: que os desencarnados estão separados para sempre dos que ficam. Não há separação com a desencarnação, apenas há uma ausência física.

O Espiritismo ensina que não devemos de modo algum esquecer os desencarnados que amamos, mas que devemos ser cuidadosos ao pensar neles, porque as vibrações de desespero e sofrimento dos encarnados chegam àqueles que mudaram do plano físico para o espiritual afligindo-os. Devemos tomar uma atitude isenta de egoísmo, esforçando-nos para não deixar a dor da aparente separação nos entristecer ou desesperar. Não devemos nos lembrar deles com tristeza e sofrimento. Oremos desejando-lhes paz, harmonia e felicidade. Assim, estaremos ajudando os que nos são caros, os que deixaram o corpo carnal e continuam vivos!

Pelo Espírito: ANTÔNIO CARLOS
Psicografia: VERA LÚCIA MARINZECK DE CARVALHO
Do livro: SEJAMOS FELIZES

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