O Livro dos Médiuns – Estudos sobre as comunicações

Mensagem Mediúnica

68. As comunicações espíritas dividem-se em quantas categorias?

Tendo em vista a variedade infinita que existe entre os Espíritos, sob o duplo aspecto de inteligência e de moralidade, as comunicações por eles transmitidas podem agrupar-se em quatro categorias principais. Segundo suas características mais pronunciadas, elas são: grosseiras, frívolas, sérias ou instrutivas. (Item 133)

69. Que são comunicações instrutivas?

Instrutivas são as comunicações sérias cujo principal objeto consiste num ensinamento qualquer dado pelos Espíritos, sobre as ciências, a moral, filosofia etc. São mais ou menos profundas, conforme o grau de elevação e de desmaterialização do Espírito. Qualificando de instrutivas as comunicações, supomo-las verdadeiras, pois o que não for verdadeiro não pode ser instrutivo, ainda que dito na mais imponente linguagem. Aí, nessa categoria, não podemos incluir certos ensinos que de sério apenas têm a forma, muitas vezes empolada e enfática, com que os Espíritos que os ditam, mais presunçosos do que instruídos, contam iludir os que os recebem. (Item 137)

70. Deve-se criticar as comunicações espíritas?

Uma comunicação espírita pode ser séria, isto é, ponderosa quanto ao assunto e elevada quanto à forma, e no entanto ser falsa. Nem todos os Espíritos sérios são igualmente esclarecidos; há muita coisa que eles ignoram e sobre que podem enganar-se de boa fé. Por isso é que os Espíritos verdadeiramente superiores nos recomendam, de contínuo, que submetamos todas as comunicações ao crivo da razão e da mais rigorosa lógica. (Item 136)

71. O que é médium?

Toda pessoa que sente num grau qualquer a influência dos Espíritos é médium, isto é, intermediário entre aqueles e o mundo corpóreo. Essa faculdade é inerente ao homem e, por isso, não constitui um privilégio exclusivo. Poucas pessoas há que não revelem rudimentos da faculdade. Pode-se dizer, pois, que todos são médiuns. Aplica-se, porém, o qualificativo de médium somente àqueles cuja faculdade medianímica é claramente caracterizada e se traduz por efeitos patentes e uma certa intensidade, o que requer um organismo mais ou menos sensitivo. É de notar, ainda, que essa faculdade não se revela em todos da mesma maneira; os médiuns têm geralmente uma aptidão especial para esse ou aquele gênero de fenômenos, o que dá tantas variedades de médiuns quantas são as espécies de manifestações. (Item 159)

 

Estudo elaborado por ASTOLFO OLEGÁRIO DE OLIVEIRA FILHO
Jornal O Consolador
Ano 1 – N° 9 – 13 de Junho de 2007
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